Ainda bem que o Gervásio não é sueco. Certamente que o seu “cachet” nos anúncios televisivos seria bem melhor mas a pressão também e podia sofrer um esgotamento. Não há nada que não seja separado. Vidro branco para um lado, vidro de cor para o outro. A comida no local certo para ser transformada em composto. Os jornais reciclam-se mas não se misturam com os outros tipos de papel. As latas não são uma embalagem qualquer. O que pode ser incinerado e transformado em electricidade tem outro destino… Até as fezes do pobre chimpanzé teriam de ser depositadas na sua casa para serem recolhidas e aproveitadas para o biogás. Começo a achar que ter prisão de ventre neste país pode ser considerado crime ambiental! Um verdadeiro puzzle de lixo e um quebra-cabeças quando queremos simplesmente deitar fora o copo onde bebemos café (que muitas vezes podia ser de loiça, mas vou desculpá-los).

De facto, a reciclagem é um dos pontos de orgulho do país. No entanto, ainda não está optimizada em todos os locais. Hammarby Sjöstad é um exemplo do que pode ser uma urbanização perfeita. Esta nova área residencial nasceu numa zona industrial de Estocolmo. Inicialmente a ideia era prepará-la para receber os Jogos Olímpicos de 2004 mas com Atenas a conseguir a organização do evento os suecos não desistiram e avançaram com um projecto para habitações.

Tudo está pensado para optimizar os recursos necessários. Os edifícios modernos foram construídos para poupar energia e é possível aceder a todos os serviços necessários no dia-a-dia a pé. A parte inferior dos prédios é ocupada por lojas e alguns edifícios são de escritórios, para que as pessoas possam trabalhar e morar no mesmo sítio, gastando menos tempo, dinheiro e combustível nas deslocações. Para os que precisarem mesmo de ir para o centro da cidade ou para outras zonas os transportes públicos passam à porta. Ao todo já vivem em Hammarby 17 mil pessoas, sendo que 10 mil também aqui trabalham. O objectivo é ultrapassar as 25 mil pessoas mas com metade da pegada ecológica de outras zonas nascidas nos anos 1990.

No entanto, um pormenor deste espaço que faz sobressair uma vez mais a Verde Suécia é que os novos habitantes que para ali se mudem têm de assinar um contrato onde se comprometem a reduzir para metade o consumo de água. Mas este processo é naturalmente ajudado com o sistema de tratamento dos resíduos previamente instalado: A água dos esgotos é tratada e a matéria orgânica resultante serve para produzir biogás (usado depois nas cozinhas de alguns apartamentos ou na produção de energia), enquanto a água restante acaba por ser usada no sistema de aquecimento das casas. Na porta de algumas casas de banho é mesmo possível ler “Obrigado pela sua contribuição”. Os telhados dos edifícios têm também painéis solares, cuja energia é aproveitada para aquecer metade da água usada pelos moradores.

A recolha de lixo é o ex-líbris: um sistema automatizado subterrâneo transporta o lixo através de vácuo para as centrais onde é tratado. Para que a preguiça ou o cheiro dos caixotes não possa ser mesmo desculpa, os pontos de recolha têm um design moderno e estão nos edifícios e na rua, em zonas visíveis para que os vizinhos possam vigiar se todos estão a fazer bem a separação. Mas só a comida, os papéis e o lixo que pode ser incinerado (como o plástico) são recolhidos por vácuo. O vidro e embalagens metálicas, por exemplo, são recolhidos pelas empresas que os produzem, que são obrigadas por lei a reutilizar os produtos.

Um dos responsáveis pelo projecto admite que é difícil tornar as zonas já povoadas tão perfeitas como esta, mas explica que o Hammarby pretende ensinar é que o mais importante é planear as zonas onde vivemos e tirar o melhor partido delas possível. Em Portugal, por agora, só temos três ecopontos diferentes. O Gervásio levou uma hora e doze minutos a aprender a lidar com eles. “E você, de quanto tempo mais precisa?”

 

(Esta nova zona da cidade tem metade da pegada ecológica das criadas em 1990)

 

 

Romana Borja-Santos

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Não há outra solução para os problemas ambientais a não ser educar as pessoas. Não há qualquer atalho possível. Esta foi a principal mensagem do dia, transmitida por Hans Lundberg, um professor universitário sueco especialista em cidades sustentáveis, que acredita que a simbiose é o caminho para a perfeição ambiental.

E a verdade é que em Estocolmo as pessoas quando nascem tomam logo contacto com comportamentos “verdes”. Acredito que, mais do que uma opção consciente, é um hábito, um estilo de vida saudável e que se enraizou. Porque se lhes perguntarmos porque reciclam ou qual o motivo que as leva a usar os transportes públicos elas nem percebem que, para um português, o comodismo é a melhor forma de ir de um sítio para outro, que é a nossa maneira (errada) de estar na vida.

Por isso, quando saio à rua ainda fico espantada com a quantidade de gente que anda a pé. Uns devagar, que podem ser turistas ou suecos a relaxar no fim do dia de trabalho. Outros rápido, com os cachecóis a esconder as gravatas e as roupas formais, deixando apenas a descoberto os narizes vermelhos. Mas mais espantada fico com as bicicletas. Não pelo número – esse é mais impressionante em Amesterdão, Holanda, onde continuo a achar que é mais provável ser atropelada por uma bicicleta do que por um carro – mas pela diversidade de pessoas que as usam e pela preparação das ruas das cidades para as deixar passar. São quilómetros e quilómetros de ciclovias e de passeios rebaixados, quer na linha da água quer no interior da cidade, sem carros estacionados em segunda fila. No entanto, tenho que admitir que o facto da cidade ser plana é um grande contributo para a popularidade deste transporte e que em Lisboa, ainda que haja muita coisa a melhorar, nunca poderá ser um meio tão viável. [Parabéns ao Porto que neste ponto está mais verde e a Aveiro pela iniciativa das bicicletas gratuitas, as “Bugas”].

Para os percursos mais longos, cerca de 70 por cento dos suecos prefere os transportes públicos (ou a bicicleta, ou os pés…) e mais de 30 por cento dos carros novos que compram já usam uma fonte de energia renovável (biogás, etanol…). Todos os transportes públicos funcionam bastante bem mas o metro tem a vantagem de ser mais rápido, ainda que muito caro: um bilhete para uma hora custa quatro euros. O passe mensal para todos os transportes é 70 euros, o que acaba por compensar. No entanto, estacionar no centro da cidade é bem pior. Há zonas onde apenas uma hora custa mais de oito euros e, desde o ano passado, depois de uma experiência em 2006, as pessoas que usem carro para entrar ou sair da cidade entre as 06h30 e as 18h29 pagam um imposto de congestionamento que varia de acordo com a hora do dia entre um e dois euros, num máximo de seis euros por dia, que terão de pagar no prazo de um mês.

Por isso, apesar de Estocolmo ter mais gente que a capital portuguesa há menos trânsito, mesmo nas horas de ponta. Na entrada da cidade estão isentos os transportes públicos, quase todos com combustíveis não fósseis, e os carros “green”. Os táxis ecológicos aqui têm de pagar a taxa mas passam à frente na recolha de passageiros no aeroporto e quando há uma chamada a solicitar um serviço o operador dá-lhes prioridade.

Uma sugestão: aproveite Outubro e Novembro para aderir aos transportes públicos do sítio onde vive e com o dinheiro que poupa compre uma bicicleta para si ou para a sua família e filhos – uma prenda antecipada de Natal. Os transportes portugueses podem não ser perfeitos mas com mais procura podem melhorar e adaptar-se às nossas necessidades. Lembre-se: Não há outra solução para os problemas ambientais a não ser educar as pessoas (as empresas são pessoas). Não há qualquer atalho possível. E não duvide que, nesta matéria, a “idade” sueca é um posto.

 

(Famílias, jovens, adultos, trabalhadores activos, reformados… todos gostam de pedalar)

 

 

Romana Borja-Santos

 

O paraíso fica apenas dez quilómetros a norte de Estocolmo, está rodeado de água e chama-se Danderyd. Sendo mais preciso, fica na pequena comunidade de Enebyberg e, ao contrário do que dizem os livros, não precisamos de estar mortos para entrar nele. Pelo contrário, a única coisa necessária é mesmo querermos preservar o nosso planeta, isto é, poupar recursos para que as futuras gerações possam desfrutar das mesmas coisas que nós – ou de melhores.

Já imaginou que pode recolher o calor do sol durante o Verão e armazená-lo em rochas para aquecer uma casa no Inverno? Esta é a ideia do projecto coordenado pelo engenheiro sueco reformado Stig Ram e que ficou completo em 2002: 50 casas entre os 64 e os 124 metros quadrados cujos telhados são cobertos por 2400 metros quadrados de painéis solares, que se distinguem dos painéis fotovoltaicos por não servirem para a produção de electricidade mas sim para aquecer a água do banho ou a que circula nos aquecimentos das casas – a grande despesa neste país frio.

A inovação está no armazenamento. Até agora o problema com os painéis é que apenas nos dias de bom tempo era garantido ao morador que poderia aproveitar a energia do sol. Por isso, ao pé desta vila, Stig Ram preparou qualquer coisa como 60 mil metros quadrados de rochas de granito, a 65 metros de profundidade, para armazenarem toda a energia não necessária, conservando o calor da água que circula pelo complexo sistema de 26 quilómetros de tubos. A ideia é que mesmo nos Invernos rigorosos da Suécia, em que as temperaturas podem chegar aos 20 graus negativos, os moradores possam aproveitar o sol para a água do banho e para os aquecimentos. As rochas garantem uma temperatura entre os 35 e os 45 graus, mesmo quando o clima é mais rigoroso.

E o resultado não podia ser melhor: é garantida uma poupança de mais de 60 por cento da energia que seria necessária para estas actividades, o que implica menos 300 a 450 toneladas de dióxido de carbono na atmosfera por ano. O resto também está pensado para ser verde: os materiais das casas são ecológicos, as lâmpadas e os electrodomésticos economizadores, e as janelas e portas grossas e muito bem isoladas. Os espaços verdes à volta completam a calma e tranquilidade necessária para quem procura qualidade de vida (a maioria dos moradores tem mais de 50 anos e já está reformada). O preço das casas varia com o tamanho, mas 100 metros quadrados custavam no início cerca de 200 mil euros. Contudo, algumas casas em segunda mão já são vendidas quase pelo dobro.

Desvantagens: segundo me contou um morador, no início o sistema teve muitos problemas porque os tubos tiveram furos e foi necessário substituir os 26 quilómetros. O “inventor” garante que já está tudo solucionado e que só o entristece terem asfalto nas estradas da vila, que inicialmente eram de terra. No entanto, explica que a mudança foi necessária por causa da neve no Inverno. Stig Ram gostaria também de “reciclar” a urina para evitar que as suas bactérias se infiltrassem na terra, já que todo o sistema depende da água que ai circula, mas a ideia falhou.

Questionado sobre a possibilidade de implementar este projecto em larga escala reconhece que seria muito difícil, pois é necessária uma boa exposição solar e granito e os custos são avultados. Este parece-me ser o principal problema dos suecos: têm óptimas soluções mas que só funcionam em pequena escala. Além disso, mesmo vivendo numa casa tão “verde”, são incapazes de abdicar dos carros de alta cilindrada. O morador com quem falei lavava com uma mangueira um Mercedes e perguntou-me: “Só porque tenho uma casa destas pensa que tenho um carro a etanol? Se calhar devia…”. Não acho que seja obrigatório, mas seria mais coerente. Do que tenho visto, os suecos sentem-se moralmente obrigados a fazer pelo menos uma coisa pelo Ambiente. Este já contribui com a casa.

 

(O sistema permite poupar 60 por cento da energia gasta em aquecimento e água quente)

 

 

 

Romana Borja-Santos

Ontem o dia ficou marcado pela chuva. Hoje Estocolmo continua a impressionar-me com a água, mas desta vez não com a das nuvens. De manhã reparo num pequeno cartão na casa de banho do hotel onde nos informam que se nos tivermos esquecido de algo como pasta, escova de dentes ou touca de banho (alguém usa estas últimas de facto?) podemos contactar a recepção. Abaixo, em letras mais pequenas, aproveitam para dizer que a cidade tem a melhor água do mundo para beber e convidam-nos a aproveitar “esta fresca e limpa água directamente da torneira”, garantindo ainda que é sempre melhor que a engarrafada – e uma forma de gastar menos embalagens de vidro e de plástico. Aproveito a sugestão e encho a garrafa que comprei no aeroporto a preço de ouro com a água que parece que saiu directamente do frigorífico.

Desço finalmente. Está na hora de conhecer os jornalistas de outros países que estão também nesta viagem em busca da Verde Suécia e com quem passarei muitas horas nos próximos dias. Há pelo menos dois que consigo identificar no pequeno-almoço – estão a ler jornais e esquecem-se praticamente de comer, por isso não é difícil saber que são colegas de profissão. No lobby do hotel foi o encontro oficial. Passo então a apresentar os outros nove jornalistas, dois dos quais não estarão sempre connosco porque vêm conhecer mais áreas para além do Ambiente e da Sustentabilidade. Annabel McAleer, vem da Nova Zelândia e viajou 36 horas para estar connosco. Bruno Paes Manso e Luanda Nera Motta vêm do Brasil. Melinda Zsolt é húngara, Jenaro Villamil mexicano, Marianne Enigl austríaca e Martin Läubli suíço. Os jornalistas intermitentes são Tim Colebatch da Austrália e Outi Pukkila da Finlândia.

Mais ao fim do dia, depois de terminada a agenda oficial, aproveito para passear em busca de mais “pérolas” suecas. A linha do rio é de facto das zonas mais bonitas para caminhar. Fico espantada ao ver que perto do Parlamento há várias pessoas a pescar e penso instintivamente que é uma estupidez matar peixes que não se podem comer.

Decido então falar com alguns dos pescadores amadores que me explicam que o salmão do rio é o melhor que podemos comer. Questionados sobre a poluição, praticamente não percebem a pergunta. Isso era um problema na sua infância mas que, naturalmente, ficou resolvido com a evolução da cidade. Evoluir implica qualidade de vida. Espero sinceramente que se um dia forem a Portugal não se lembrem de pescar nada na zona ribeirinha lisboeta ou na Ribeira do Porto. E como os suecos gostam de contagiar os que por cá passam e os estrangeiros que para aqui se mudaram, fica a fotografia de alguém que já aderiu à pesca no centro da cidade.

 

(O salmão pescado ao pé do Parlamento é um dos melhores, garantem os adeptos da pesca urbana)

 

Romana Borja-Santos

 

A neblina durante a aterragem em Estocolmo gora a minha expectativa de poder apreciar as paisagens verdes à altura dos pássaros. Antes de sair do avião, os suecos –

que se distinguem mais pela postura do que pela pele, olhos claros e pelo mito do cabelo loiro – começam a equipar-se: um casaco, um blusão, cachecol e luvas fazem parte da roupa no início do mês de Outubro. São estas as primeiras impressões que o país me deixa e que me fazem pensar que, de facto, o clima de Portugal é quase uma bênção.

No entanto, mal me dirijo para a zona de recolha de bagagem começam a surgir os primeiros sinais do genoma organizado dos nórdicos. Os tapetes onde esperamos as malas indicam com precisão que faltam dez minutos para aparecer a primeira (e é verdade). Tempo de sobra para ler os anúncios que estão por todo o lado e que nos garantem que a melhor forma de ir do Aeroporto de Arlanda até ao centro de Estocolmo é de comboio ou de autocarro. Numa frase tudo é resumido: “Be cheap for nature’s sake. Reduce both your costs and your emissions” [Gaste pouco, para bem da natureza. Reduza os seus custos e as suas emissõs]. Foi este o primeiro contacto que tive com a Suécia Verde.

Opto pelo comboio expresso que demora apenas 20 minutos a percorrer a distância e que atinge velocidades superiores aos 200 quilómetros por hora – tanto como o Alfa Pendular, o comboio mais rápido que circula nas linhas portuguesas. E descubro que esta é mesmo a melhor forma de viajar até ao centro. Não é preciso sair do aeroporto, basta descer umas escadas rolantes, que nos poupam à chuva que também parece ser o cartão de visita do país.

Já na linha, à espera do “Arlanda Express”, que recolhe passageiros dos cinco terminais do aeroporto, aproveito os seis minutos que faltam para o comboio chegar (e é verdade) para analisar melhor a estação. Nova surpresa. Apesar do preço do bilhete ser efectivamente caro para nível de vida médio de um português (cerca de 22 euros) há vários incentivos e descontos para promover os transportes públicos. Os idosos (mais de 65 anos) e os jovens (até aos 25 anos inclusive) pagam metade. As famílias com três filhos pagam também bastante menos durante os fins-de-semana. Há ainda outros descontos mas cuja explicação aparece em sueco, pelo que seis minutos não foram suficientes para decifrar a mensagem. De qualquer maneira, se tivesse optado por ir de táxi até ao centro da capital sueca, pagaria qualquer coisa como 55 euros.

Mesmo sabendo que a viagem será curta levo comigo um dos jornais gratuitos do país, o “Dagens Industri” que tem como tema de primeira página a crise da bolsa de Nova Iorque. Mas esperem, se há gratuitos como em Portugal porque não os vejo espalhados pelo chão, nos carris ou atafulhados em mini caixotes do lixo? A resposta está ao lado, do sítio onde recolhemos o jornal, e repete-se em vários pontos da estação. Um ecoponto específico para reciclagem de jornais. Uma solução simples mas bastante eficaz.

O comboio chega. Nova dúvida. Pergunto a um sueco se não há distinção entre primeira e segunda classe pois as carruagens pareceram-me todas demasiado confortáveis. Na sua simpatia contida diz-me apenas que me posso sentar onde quiser. A bordo alguns panfletos com mapas e informações sobre a cidade podem ser recolhidos e, claro, os horários e organigramas dos transportes públicos também.

Saio do “Arlanda Express” com a promessa de voltar no dia de regresso. O primeiro contacto com o ar da cidade faz-me achar que o comandante do avião foi demasiado generoso quando disse que a temperatura local era de cerca de dez graus. A caminho do hotel só as beatas dos cigarros contrastam com a limpeza do chão. Fico contente por saber que pelo menos para elas ainda não deve haver ecopontos e que talvez possamos ser pioneiros nisso.

 

 

(Na estação de comboios há um ecoponto específico para a reciclagem de jornais)

 

Romana Borja-Santos

Dificilmente a sustentabilidade urbana diz tanto a um país como à Suécia. Corre-lhe nas veias. Por todo o lado se encontram defensores do Ambiente, que é o mesmo que dizer da qualidade de vida. Este ano, a Suécia está no terceiro lugar do Índex de Performance Ambiental, da Universidade de Yale e da Universidade Colúmbia.

Na verdade, a sua “apetência” para as coisas “verdes” começou há quase 40 anos, quando propôs ser a anfitriã da primeira conferência das Nações Unidas sobre Ambiente. Aconteceu em Estocolmo, em Junho de 1972, e ditou o lançamento da política ambiental internacional, Portugal incluído. Mas manda a prudência questionar dados adquiridos.

Por isso, durante uma semana, vamos andar por lá. Vamos ver, ouvir, falar, perguntar, mexer, experimentar. Queremos saber se é possível adoptar o Ambiente.

 

A jornalista Romana Borja-Santos viaja a convite da Embaixada sueca e do Ministério dos Negócios Estrangeiros sueco.

Helena Geraldes

 

 

 

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